Após um período de restrição financeira, o mercado imobiliário inicia 2026 sustentado pela expectativa de queda da Selic, pela ampliação do crédito habitacional e pelo reforço dos recursos do FGTS. A projeção, de acordo com o boletim Focus do Banco Central (BC), de redução de 2 a 3 pontos percentuais nos juros tende a aliviar o custo do financiamento, sobretudo para a classe média, hoje a mais sensível ao preço do dinheiro.
Na base do mercado, o Minha Casa Minha Vida consolida protagonismo e já responde por cerca de 65% da produção imobiliária em São Paulo, impulsionado por orçamento maior, elevação dos tetos de preço e maior liquidez.
Do lado estrutural, o orçamento do FGTS para financiamento habitacional deve subir de R$ 127 bilhões para R$ 144 bilhões em 2026, somando-se ao avanço do novo SFH, que pode liberar entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões adicionais ao setor.
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