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Antes de queda de juros, preço de imóveis já se valoriza e supera inflação

Valorização do preço de imóveis chega a quase 13%, enquanto a inflação oficial, medida pelo IPCA, avançou pouco menos de 4%

O reajuste dos preços dos imóveis é algo acompanhado de perto por quem busca adquirir uma propriedade seja para morar, alugar ou revender. Quem adquiriu um imóvel nos últimos doze meses não tem do que reclamar, já que os preços superaram – e muito – a inflação; isso antes mesmo antes do início do ciclo de queda dos juros.

Conforme o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residente, o IGMI-R, que mede a taxa média de valorização de imóveis residenciais nos últimos 12 meses, encerrados em maio, houve uma valorização de 12,98%. Na mesma comparação, em igual período, a inflação medida pelo IPCA subiu 3,94%.

Outro levantamento, este da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), também mostra que a valorização dos imóveis vem batendo a inflação nos últimos tempos. De 2012 a 2022, a média anual de valorização do preço dos imóveis soma 12,2%.

Pelo estudo, a valorização dos imóveis, de 2012 a 2022, somou 95% na média nacional, entretanto na cidade de São Paulo foi superior: 137%. A inflação no período, contudo, foi de 90%. Nos últimos dez anos, ainda como comparação, quem investiu em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) obteve ganhos médios ao ano de 8,6%.

À espera da queda da Selic

Aspectos como localização e infraestrutura ajudam na valorização de um imóvel, seja na planta ou usado. Mas os juros em queda também costumam influir – positivamente – nessa conta, já que o mercado imobiliário tradicionalmente aquece suas vendas em período de taxas mais baixas, puxando os preços para cima.

Presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França afirma que a aquisição de imóveis é muito ligadà à confiança do consumidor, nível de desemprego e a taxa de juros. “Taxa de juros abaixo de dois dígitos, em geral, cria um movimento bastante forte no mercado imobiliário”, diz.

E essa é a grande expectativa da construção civil e dos investidores no ramo a partir da agora, já que o início de flexibilização dos juros é o melhor momento para avançar sobre as oportunidades e projetar possíveis ganhos.

Valorização

Enquanto espera a primeira queda da taxa Selic – ao que tudo indica para agosto –, o mercado imobiliário referenda o que os números apontam. “É raro o mercado de imóveis sofrer desvalorização”, afirma Thiago Ely, diretor-executivo Comercial e Crédito da MRV (MRVE3).

 

“Pode até não ter aquele boom (explosão de vendas), mas raramente ele cai. Sempre tem uma constância de pequenas valorizações, o que vai dando mais confiança ao investidor”, complementa.

A MRV avalia que, em um ano, empreendimentos seus vendidos na planta e em fase de construção, têm alcançado valorização entre 15% e 23%.

“No pior dos casos, nas entregas dos imóveis, você segue a inflação, mas na maioria das vezes o preço final fica acima dela”, corrobora Leonardo Mesquita, vice-presidente Comercial da Cury Construtora (CURY3).

O tamanho do crédito dispensado nos últimos anos ao mercado imobiliário é um convite a olhar mais de perto as oportunidades na área, devido ao grande volume de lançamento que acompanha esses dispêndios.

Segundo calculo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que elabora junto com a Fundação Getúlio Vargas o IGMI-R, em 2021, o segmento fez o maior desembolso para o mercado imobiliário da história: R$ 255 bilhões.

Em 2022, o desembolso também foi forte e ficou em R$ 241 bilhões. Para esse ano, a projeção de desembolso do crédito imobiliário é da R$ 220 bilhões – se alcançado, seria o terceiro maior da história.

Cabe destacar que a Selic alcançou dois dígitos março de 2022 e se mantém em 13,75% desde agosto do ano passado – ou seja, nos últimos doze meses se encontra no patamar mais elevado desde dezembro de 2016.

Taxa média de crédito

José Ramos Rocha, presidente da Abecip, recorda que quem, há cerca de dois anos, comprou um imóvel na planta tinha taxa média de crédito imobiliário de 7,5% a 8%. Hoje, a taxa chega a 10,5% devido à elevação da Selic.

O executivo reconhece que existe uma inadimplência muito alta no geral no mercado financeiro e que acaba refletindo no crédito para o setor imobiliário. Por conta desse cenário, algumas incorporadoras adiaram seus lançamentos.

“Com a queda da Selic, o primeiro impacto que ela vai causar é, provavelmente, estancar o crescimento da taxa cobrada dos financiamentos imobiliários. A taxa se estabilizaria, mesmo que fique (a Selic) em dois dígitos esse ano”, aponta Rocha.

Ele calcula que a provável queda dos juros, nesse início do segundo semestre de 2023, teria reflexo prático na taxa de financiamento de imóveis a partir do final do ano.

Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em seu último estudo de indicadores imobiliários, com dados consolidados do primeiro trimestre do ano, o mercado, de fato, mostra insegurança com a escassez e o encarecimentos de recursos para o financiamento.

Não por acaso houve uma queda de vendas de imóveis no início do ano comparado com 2022. O número de unidades vendidas foi 5,2% menor em comparação com o trimestre anterior e 9,2% inferior quando comparada ao primeiro trimestre do ano passado.

“O mercado segue saudável e equilibrado, pois há demanda potencial. O que existe é falta de confiança do empresário, que refletirá no mercado futuro”, analisa a CBIC neste estudo.

Imóvel para investimento

Para Leonardo Mesquita, da Cury, a tendência é que o mercado se torne ainda mais atrativo com a taxa de juros mais baixa. “Pode ser que a parcela de investidores em imóveis cresça (com os juros menores) porque se tem um número maior de pessoas que, ao invés de deixar o dinheiro rendendo juros, tende a fazer um giro diferente (das aplicações) e o imóvel torna-se uma boa opção”, diz.

Mesquita calcula que 10% de unidades de empreendimento são vendidos para investidores, mais esse índice oscila entre 3% e 20%. “Vai depender muito da característica da região. Mas sempre tem o pequeno, o médio e o grande investidor visando imóvel como patrimônio”, afirma.

“Imóveis respondem bem mesmo a momentos difíceis”, ressalta Mesquita, acrescentando que empreendimentos econômicos nos grandes centros passaram também a ter uma dinâmica diferente, com oferta em lugares mais centrais. “Quando se conjuga imóveis econômicos com boa localização, eles tendem a ter um potencial de valorização muito grande”, destaca.

Ano passado, o valor geral de vendas (VGV) da Cury fechou em R$ 3,3 bilhões. No primeiro semestre do ano, foram R$ 2,4 bilhões em lançamento, apontando uma tendência de chegar ao final de 2023 com números superiores a 2022.

 

Preço dos aluguéis no país sobe 17% em um ano; O Melhor Momento para Sair do Aluguel e Conquistar sua Casa Própria

Nos últimos 12 meses, o preço do aluguel residencial do país subiu de 16,76%.

É o que aponta o Índice FipeZAP+ de Locação Residencial, que acompanha o preço médio de locação de apartamentos prontos em 25 cidades e foi divulgado nesta quinta-feira, 16. O indicador encerrado em janeiro deste ano superou a inflação acumulada pelo IPCA/IBGE (+5,77%) e IGP-M/FGV (+3,79%).

Todas as 25 cidades monitoradas pelo índice apresentaram aumento nos preços. Entre as capitais as maiores altas foram registradas em Goiânia (+32,37%); Florianópolis (+30,97%) e Curitiba (+23,75%). Na sequência estão Fortaleza (+22,39%); Belo Horizonte (+20,99%); Rio de Janeiro (+18,60%); Recife (+16,55%); Salvador (+15,51%); São Paulo (+14,85%); Porto Alegre (+11,89%) e Brasília (+9,25%).

Em janeiro, o preço do aluguel dos imóveis residenciais subiu 1,21%, acelerando em relação ao resultado de dezembro (+0,88%), superando os dados do IPCA/IBGE (+0,53%) e do IGP-M/FGV (+0,21%). Das 25 cidades monitoras, 24 apresentaram elevação dos preços do aluguel no período, incluindo as 11 capitais incluídas: Goiânia (+3,29%); Florianópolis (+2,00%); Fortaleza (+1,94%); Curitiba (+1,75%); Rio de Janeiro (+1,75%); Brasília (+1,23%); Belo Horizonte (+1,12%); Recife (+0,86%); Porto Alegre (+0,79%); São Paulo (+0,72%); e Salvador (+0,66%)

Em janeiro, o preço médio de locação residencial com base em dados de 25 cidades monitoradas foi de R$ 37,13/m² em janeiro de 2023. Na avaliação das capitais, das 11 incluídas no índice, São Paulo apresentou o preço médio de locação residencial mais elevado (R$ 45,90/m²), seguida pelos valores médios em: Recife (R$ 42,88/m²), Florianópolis (R$ 39,79/m²), Rio de Janeiro (R$ 38,31/m²) e Brasília (R$ 36,87/m²). Já as capitais com menor valor de locação, segundo os dados da última apuração mensal, foram as seguintes: Fortaleza (R$ 23,70/m²), Goiânia (R$ 27,14/m²), Porto Alegre (R$ 28,03/m²) e Curitiba (R$ 30,50/m²).

Portanto, diante do cenário de aumento dos preços dos aluguéis, é essencial considerar a possibilidade de sair do aluguel e investir em uma casa própria. Com planejamento financeiro adequado e as condições favoráveis de financiamento disponíveis, torna-se viável transformar o sonho da casa própria em realidade.

Ao optar por financiar uma casa, você estará direcionando seu dinheiro para um investimento sólido e de longo prazo. Enquanto os aluguéis continuam a subir, os pagamentos mensais do financiamento se tornam um investimento em seu patrimônio, permitindo que você construa um ativo valioso ao longo do tempo.

Além dos benefícios financeiros e da liberdade de personalização, investir em uma casa própria traz estabilidade e segurança para você e sua família. Não depender mais do risco de aumentos frequentes nos aluguéis proporciona tranquilidade e a certeza de um lar estável a longo prazo.

O Grupo Trader é a solução completa para ajudá-lo a conquistar sua casa própria. Com a Casa Gold Imóveis, você terá todo o suporte necessário para comprar ou vender seu imóvel. Já a Barah Projetos e Construções cuidará de todo o projeto e construção, garantindo qualidade e excelência.

Além disso, oferecemos todo o processo de financiamento por meio da Trader Cred, tornando o acesso ao crédito mais fácil e simplificado. Nossa equipe especializada está pronta para auxiliá-lo em todas as etapas, desde a escolha do imóvel até a aprovação do financiamento.

Fonte: https://exame.com/mercado-imobiliario/preco-dos-alugueis-no-pais-sobe-17-em-um-ano-veja-variacao-por-capital/

Novo empreendimento em Sinop tem previsão de valorização a partir de 40%

Sinop, uma cidade em constante crescimento no norte do Mato Grosso, acaba de ganhar um novo empreendimento que promete revolucionar o mercado imobiliário local. Trata-se do Residencial Zurique, um condomínio residencial completo e moderno que está previsto para ser entregue em janeiro de 2026.

Com uma localização privilegiada e infraestrutura completa, o Zurique é uma das melhores opções tanto para quem busca um lugar para morar quanto para quem deseja fazer um investimento seguro e rentável. Segundo especialistas do setor, a previsão é de que o empreendimento tenha uma valorização a partir de 40%, o que o torna uma opção muito atrativa para quem deseja investir no mercado imobiliário.

Os apartamentos do Zurique são espaçosos e confortáveis, com tamanhos que variam entre 102 e 113 m². Cada apartamento possui três dormitórios, sendo uma suíte, além de um banheiro social e uma varanda gourmet, perfeita para reunir amigos e familiares em momentos especiais. E o melhor de tudo é que todos os apartamentos possuem acesso à piscina com prainha, brinquedoteca, playground externo, espaço fitness, bicicletário e duas vagas de garagem, garantindo muito mais comodidade e lazer para os moradores.

Não há dúvidas de que o Residencial Zurique tem tudo para se tornar um sucesso de vendas e investimento em Sinop. Com uma construtora de renome, Peretti empreendimentos, uma localização estratégica e uma infraestrutura completa, o empreendimento é uma excelente opção tanto para quem deseja comprar a morada própria quanto para quem busca uma oportunidade de investimento com ótimo potencial de valorização. Não perca essa chance e agende agora mesmo uma reunião conosco para conhecer mais do Residencial Zurique no nosso tour 360°

Construtora anuncia maior torre residencial do ‘Nortão’ em Sinop

A construtora São Benedito, responsável por 50 empreendimentos verticais em Cuiabá, fez o pré-anuncio da construção de um prédio residencial em Sinop, classificado como ‘a maior torre residencial do Nortão’. A expectativa é que no início do segundo semestre deste ano, o projeto seja apresentado.

De acordo com o diretor financeiro do grupo, Omar Maluf, o empreendimento será construído em um dos locais mais nobres do município.

“É antigo o nosso desejo de levar nosso conceito de moradia para Sinop, uma região emblemática e produtiva de Mato Grosso, nossa marca precisa contemplar também os sinopenses com o estilo São Benedito de Viver e Morar, para tanto nosso primeiro grande projeto será edificado em uma das áreas mais privilegiadas da cidade, nas Avenidas das Acácias e Embaubas. Esperamos o momento certo para contemplar Sinop, era preciso mudanças na legislação municipal, a evolução veio e assim vamos seguir em franco desenvolvimento”, disse.

 

O anúncio da construção acontece após o novo Código de Obras de Sinop ser aprovado pela Câmara dos Vereadores.

 

“Agora com a nova Lei é possível construir empreendimentos verticais acima de 20 andares, o que atende nossos principais projetos”, disse o diretor.

 

Ainda conforme a construtora, a projeção é construir uma torre de até 40 andares, aproximadamente 134 apartamentos, com investimento superior a R$ 300 milhões

 

fonte: https://www.bomdiamt.com.br/2023/03/28/construtora-anuncia-maior-torre-residencial-do-nortao-em-sinop/?fbclid=IwAR2zFurf17u55J8rLurUYmn34zlR2z31TAIgEr8jndnuIdeAsqzNnLrTnBs

4 dicas para começar a investir em imóveis em 2023

Saiba o que fazer para entrar no mercado imobiliário e fazer bons negócios

 

Investir no mercado imobiliário é bastante vantajoso, mas para colher bons frutos é preciso muito planejamento e estudo. Se você quer entrar no setor e fazer bons negócios, precisa acompanhar métricas, tendências e novidades, além de adotar algumas outras práticas. Separamos algumas dicas para ajudar você a começar a investir em imóveis. Veja quais são elas a seguir.

Nesse cenário, há muitas oportunidades para fazer bons negócios, mas é preciso pesquisar bastante antes de fazer qualquer transação. Você quer entrar nesse mercado e se tornar um investidor? Neste texto você verá 4 dicas para começar a investir em imóveis. Boa leitura!

1. Conheça os tipos de imóveis

Antes de começar a investir é importante pensar que tipo de negócio será mais rentável para o seu caso. Para isso é fundamental ter o seu objetivo bem claro. Você deseja ter um retorno a curto, médio ou longo prazo? Você busca uma liquidez rápida? Deseja trabalhar com construção e reformas?

Após pensar nas suas expectativas e estabelecer metas, estude os tipos de imóveis e veja quais deles trará mais vantagens a você.

 

Imóvel pronto

Adquirir um imóvel pronto é uma boa opção para quem pretende vender a propriedade no futuro, quando ela sofrer uma valorização, reformá-la para depois vender ou alugá-la para outras pessoas. No último caso, o investidor poderá contar com uma renda mensal fixa, que é o aluguel.

Imóvel na planta

Imóveis em construção ou lançamento também podem render bons frutos para os investidores. Isso porque as propriedades costumam ser mais baratas na planta e têm um potencial de valorização alto.

Nesse caso, preste atenção na região em que está o imóvel e avalie se ela tem infraestrutura e tende a se desenvolver mais no futuro.

Quer saber mais sobre as vantagens de investir em apartamento na planta?

Terrenos

Ainda é possível investir em terrenos, principalmente se eles estiverem em uma área que tem potencial para se desenvolver no médio prazo. Caso o objetivo seja revender o terreno, o investimento é ainda mais baixo e, portanto, oferece menos riscos. Se o investidor quiser construir um imóvel, ele terá como vantagem mais possibilidades para customizar o espaço.

2. Estude o mercado

Todo investimento tem seus riscos. No mercado imobiliário não é diferente. Por isso, dedique tempo para estudar esse mercado, que é medido por diversos indicadores. Estude os dados disponíveis, os índices, as oscilações da economia e as tendências. Em um setor que está em constante inovação não é possível deixar de acompanhar as novidades.

 

Ao estudar o mercado você terá informação suficiente para avaliar as melhores oportunidades, saber quais áreas estão se valorizando e conhecer as tendências que podem trazer a você mais benefícios.

3. Conheça bem o imóvel

Para fazer um bom investimento é preciso conhecer muito bem o imóvel em que você pretende investir. Ou seja, além de saber as características da propriedade, é importante estudar a região em que ela está, a sua situação legal e o histórico da sua construtora.

As questões legais merecem uma atenção especial, pois podem ajudar a evitar muitas dores de cabeça no futuro, como dívidas ou pendências judiciais.

4. Entenda o seu lucro

Ao decidir fazer um investimento você precisa saber quanto ganhará com ele. Por isso é importante saber calcular a taxa de retorno, que considera o ganho ou a perda financeira em um período de tempo específico.

 

Para fazer o cálculo é preciso somar todo o valor gasto, incluindo todas as taxas  e os impostos, e dividi-lo pelo lucro líquido que você terá com o aluguel ou a venda do imóvel.

Investir no mercado imobiliário pode ser bastante vantajoso, mas demanda muito estudo e planejamento. Neste artigo você compreendeu a importância de conhecer os seus objetivos, acompanhar os índices e as tendências do mercado, conhecer o histórico e a situação legal dos imóveis em que pretende investir e saber prever o seu lucro com cada negócio.

 

Fonte: Blog Tecnisa – matéria publicada em 05/08/2019 – http://www.tecnisa.com.br

Sinop é a 5ª melhor cidade para se investir em comércio segundo a revista Exame

O ranking é elaborado pela consultoria Urban Systems e publicado com exclusividade pela EXAME. Veja a lista completa com as melhores no link no final da matéria.

Com um saldo de 17 mil empregos no ano de 2022 na área do comércio, a cidade de São Paulo pode dizer que a pandemia de covid-19 já passou. O setor foi um dos mais afetados pela crise sanitária mundial e conseguiu retomar a atividade neste ano. Diante deste cenário, a capital paulista é a melhor cidade para fazer negócios no comércio segundo ranking da consultoria Urban Systems, publicado com exclusividade pela EXAME.

Para a lista deste ano, foram analisados municípios com mais de 100 mil habitantes, e em seis eixos econômicos: comércio, serviço, indústria, mercado imobiliário, educação e agropecuária (veja os vencedores abaixo).

Nesta nona edição, foram avaliados mais de 60 quesitos e indicadores somando as seis áreas econômicas, com análises referentes à infraestrutura de saneamento, transportes, mobilidade urbana, logística e telecomunicações. A fotografia foi feita com dados referentes até outubro deste ano.

Na avaliação do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o poder público municipal teve um papel de ajudar o setor a sair da crise, com o chamado Plano Municipal de Retomada Econômica.

“Nós conseguimos mobilizar todos os agentes que empregam na cidade para fazer uma série de ações para deixar o ambiente positivo e isso mexeu positivamente nos números. Também fizemos outras ações, como não aumentar a tarifa da passagem de ônibus, a desburocratização, além da segurança jurídica, que é um ponto importante para o empreendedor”, diz.

Com uma empregabilidade maior, o consumo das família foi retomado, apesar da inflação que está em 6,47% no acumulado dos últimos 12 meses, como explica Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems.

“No pós-pandemia as pessoas migraram para um consumo diferente, voltado para uma tendência de compra que chamamos de “sem bandeira”. É aquela que valoriza o produto local, fomentando ainda mais a região e o comércio”, diz.

Veja a lista com as 100 melhores cidade para fazer negócios no comércio

Fonte: Revista Exame

Construção civil deve ter crescimento acima do PIB pelo segundo ano seguido

Desempenho do setor contribui para a recuperação do mercado de trabalho, e tem previsão de encerrar 2022 com alta de 7% 

A construção civil tem impulsionado a atividade econômica brasileira e deve registrar crescimento acima do PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 2022, pelo segundo ano consecutivo. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o SindusCon-SP (Sindicato da Construção) já projetam alta de 7% e 6,1% do setor neste ano, respectivamente, acima do percentual previsto para o crescimento do país, de 2,7%, segundo Pesquisa Focus.

Com isso, a indústria da construção deverá também superar o nível pré-pandemia, de 2019. No segundo trimestre de 2022, enquanto o PIB brasileiro, soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país, registrou alta de 1,2%, na comparação com os primeiros três meses deste ano, o setor cresceu 2,7%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa aceleração fez com que a variação do acumulado dos 12 meses atingisse 10,5%, superando a taxa registrada em 2021.

 

O impacto no mercado de trabalho resultou em 216 mil vagas no setor no acumulado de janeiro a julho deste ano, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), expansão de 9,38% na comparação com o registro de funcionários contratados no final do ano passado. Somente em julho, houve criação de 32.082 novas vagas, alta de 1,29% na comparação com junho.

Os números estão em linha com os da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, que registrou alta de 13,2%, ou mais 866 mil vagas na construção, em junho deste ano, em relação ao mesmo período de 2021.

Reformas com o home office

No período de isolamento durante a pandemia, com o home office, e o auxílio emergencial pago pelo governo à população de baixa renda para enfrentar a crise sanitária, as famílias perceberam a necessidade de realizar reformas nas suas casa. Segundo a economista do Ibre FGV, isso deu um impulso na demanda por materiais de construção, que também se refletiu dentro do setor da construção.

Mesmo com a queda do PIB em 2020, principalmente por conta da contração no mercado de trabalho e na produção de material de construção, o ciclo de negócios do setor não parou, e até a redução da taxa de juros, até março de 2021, contribuiu para que o mercado ganhasse fôlego.

“Com o setor bastante aquecido, isso está se refletindo nos números do emprego e na taxa de crescimento de dois dígitos do setor no acumulado do ano, e os números do PIB refletindo esse cenário”, analisa a economista.

Na cidade de São Paulo, pesquisa do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis) apontou que, entre os meses de junho de 2021 e maio de 2022, foram vendidos 69.614 novos imóveis, um aumento de 14,9% em relação aos 60.602 comercializados um ano antes.

“A construção civil é um motor importantíssimo para o desenvolvimento econômico do país. Ele é um dos grandes vetores da geração de empregos diretos e indiretos, além de movimentar diversos setores que fazem parte deste mercado”, afirma Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia.

Para a executiva, o setor da construção civil mostrou resiliência durante o período de restrições imposto pela pandemia de Covid-19. “Além disso, tem apresentado uma recuperação vigorosa desde o início da fase de reabertura”, acrescenta Tatiana.

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO/CNI

Segundo dados da Sondagem Indústria da Construção, o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção registrou a sexta alta consecutiva em setembro, e a intenção de investimentos atingiu o ponto mais alto desde julho de 2014. A mesma pesquisa aponta que em junho, julho e agosto o avanço dos níveis de atividade da indústria da construção ocorreu a taxas crescentes.

Em julho, o Programa Casa Verde e Amarela passou por uma atualização das faixas de renda familiar e por uma ampliação dos subsídios concedidos e do prazo de financiamento. Essas mudanças do programa elevaram a confiança do setor e expandiram a intenção de investimento.

A Caixa Econômica Federal anunciou na última semana que atingiu a marca de R$ 48,3 bilhões em contratos de financiamento habitacional pelo Programa Casa Verde e Amarela em 2022. De acordo com o banco, que responde por 99% da execução do programa, 1 milhão de pessoas foi beneficiada.

Perspectivas

Para o próximo ano, a perspectiva do setor é de desafio. “Acho que todo esse otimismo será certamente desafiado. Primeiro, se a gente olhar na área de infraestrutura, nós vamos chegar a 2023 com questões fiscais tremendas, com o orçamento encaminhado pelo governo com dificuldades, com investimentos que estão no menor nível dos últimos 14 anos, com perspectiva de paralisação de obras. Isso traduz o desafio do governo federal nos investimentos públicos. As desonerações também vão impactar as finanças, que devem afetar os investimentos nos estados”, estima Ana Maria Castelo, do FGV Ibre.

No âmbito privado, ainda prevalece o ciclo de obras em função dos leilões de concessões realizados neste ano. Além disso, apesar da desaceleração, o mercado imobiliário deve ter repercussão em 2023, em função das obras em andamento.

“Do ponto de vista da atividade, a gente vê 2023 ainda como um ano positivo para a construção, embora não na mesma magnitude de 2022. Pelas indicações que a gente tem, 2023 deverá ser um ano difícil, porque a taxa de juros ainda deve se manter elevada e a perspectiva de desaceleração afeta o orçamento familiar. Isso pode comprometer o ciclo de retomada, mas a atividade da construção vai contribuir para mitigar o impacto dessa desaceleração”, conclui Ana Maria.

Fonte:
ECONOMIA | Do R7 – 16/10/2022 – 02H00 (ATUALIZADO EM 16/10/2022 – 07H38)

Como declarar fundos imobiliários

Veja 3 Dicas Para Declarar Seus FIIs

O investimento em fundos imobiliários vem se tornando cada vez mais popular entre os brasileiros. Mas você sabe como declarar fundos imobiliários ao Imposto de Renda?

Assim como todo investimento, a aplicação e os rendimentos dos FIIs também precisam ser declarados a Receita Federal. Logo, para responder essa questão e mostrar as melhores dicas sobre como declarar fundos imobiliários, preparamos esse artigo. Confira!

O que são fundos imobiliários? 

Os fundos imobiliários são um tipo de investimento constituído na forma de uma condomínio fechado. São ativos negociados em bolsa de valores, assim como as ações. O investidor, ao comprar um fundo imobiliário, passa a ser um cotista do fundo. E, dessa forma, passa a ter direito a receber os proventos mensais distribuídos pelo ativo.

Por sua baixa volatilidade, recorrência de dividendos e estrutura simplificada, os FIIs são considerados uma ótima aplicação — sobretudo para aqueles que desejam iniciar no mercado de renda variável.

Afinal, as ações, embora sejam ótimos investimentos, possuem uma volatilidade que pode assustar o investidor iniciante. Já os FIIs, com a sua volatilidade reduzida, tornam-se então uma ótima alternativa para se iniciar na renda variável.

Como declarar os fundos imobiliários no IR? 

Um ponto que todo investidor de FIIs deve saber é sobre a cobrança do Imposto de Renda em fundos imobiliários.

Todo ano o investidor deve declarar a sua posição de FIIs para a Receita Federal.

Além disso, é preciso declarar os rendimentos recebidos e eventuais ganhos de capital com a venda de ativos.

Com isso, a Receita Federal cruza os dados declarados pelos contribuintes com as informações recebidas pelas instituições recolhedora de impostos. Assim, é necessário muito cuidado ao declarar os seus FIIs para não conter nenhuma inconsistência e você não correr o risco de cair na malha fina.

Por isso, é muito importante que você saiba a forma correte de como declarar FIIs no seu imposto de renda. Ao longo deste texto será descrito os principais pontos para você se ater ao realizar a sua declaração de imposto de renda.

3 passos simples para declarar seus fundos imobiliários

Antes de tudo, o investidor deve baixar o programa da receita federal para declaração de IR.

Com isso feito, o investidor de fundos imobiliários precisa prestar atenção nas 3 principais etapas da sua declaração. São elas:

  • Declaração dos rendimentos recebidos;
  • Declaração da posição em FIIs;
  • Declaração de ganho de capital.

Confira a abaixo uma explica cada uma dessas declarações.

1. Declarando os proventos recebidos 

A motivação de muitas pessoas para começar a investir em FIIs é justamente o recebimento de proventos recorrentes. O imposto de renda em fundos imobiliários sobre os proventos atualmente conta com isenção fiscal.

Ou seja, não é necessário pagar nenhum imposto sobre os dividendos recebidos. Esta é, inclusive, um dos grandes atrativos de se investir nesta modalidade de investimento.

No entanto, ainda é necessário declarar esses rendimentos para a receita. Mesmo eles não sendo passíveis de tributação. Para declarar os proventos você deve selecionar a coluna da esquerda “Rendimentos isentos e não tributáveis”.

Então você deve ter em mãos para poder inserir os seguintes dados:

  1. CNPJ do fundo;
  2. Nome do fundo;
  3. Valor do provento.

O valor do dividendo pode ser consultado através do extrato da sua corretora. Ou ainda pode ser utilizado o CEI, da B3. Lembre-se que você precisa declarar cada distribuição de provento. Não é possível somar todas as distribuições e fazer apenas um lançamento.

2. Declaração da posição 

Além dos proventos recebidos é necessário declarar a sua posição em FIIs ao final do ano de referência.

Por exemplo, você se você estiver fazendo a sua declaração de IR referente ao ano de 2018, deve constar as suas posições do dia 31/12/2018.

Para declarar as suas cotas você deve selecionar a coluna “Bens e Direitos”.

Então, você deve selecionar o código 73. Este é o código para o fundo de investimento imobiliário. Então, na seção discriminação, você deve declarar os seguintes dados:

  1. Número de cotas;
  2. Nome do fundo;
  3. CNPJ do fundo;
  4. Corretora de valores;
  5. Valor total da posição.

No campo “situação em” você deve inserir o custo total das aquisições de suas cotas.

Para isso, você pode utilizar o seu custo médio por cota, geralmente fornecido pela corretora, e multiplicar pelo número total de cotas.

Caso você não tenha adquirido novas cotas em um determinado ano você pode optar por repetir a informação. Afinal, o seu custo não terá se alterado.

Você deve repetir este procedimento para cada fundo imobiliários que você possuir posição.

3. Declarando ganho de capital 

O terceiro passo de como declarar FIIs é você informar sobre um eventual ganho de capital.

O imposto de renda em fundos imobiliários, para ganho de capital, cobra uma alíquota de 20% sobre o lucro.

Para calcular o lucro de uma operação de fundo imobiliário você deve subtrair do valor total da venda o seu custo de aquisição e os custos operacionais, tais como a taxa de corretagem. A fórmula é a seguinte:

  • Lucro = Valor da venda – Custo de aquisição – Custos operacionais 

Você, então, deve multiplicar o lucro da operação por 0,20. Pois, dessa forma, você terá os 20% que deverão ser pagos como impostos de renda.

Para que esse conceito fique mais claro convém apresentar um exemplo.

Suponha que você tenha vendido as suas cotas de um fundo pelo valor total de R$ 1.220. E que essas cotas foram adquiridas pelo preço total de R$ 1.000.

Além disso, você teve custos operacionais de R$ 10. Tanto no momento da compra quanto no momento da venda. Sendo assim, o seu custo operacional total foi de R$ 20. Logo, o seu lucro será:

  • Lucro = R$ 1.220 – R$ 1.000 – R$ 20 

Totalizando, portanto, R$ 200.

20% de R$ 200 é R$ 40. Para obter este cálculo basta multiplicar os R$ 200 por o,20.

Então R$ 40 é o saldo que você deve de IR.

Lembre-se que o IR para ganho de capital em fundo imobiliário deve ser recolhido mensalmente. O pagamento é feito através do DARF da receita federal.

E, além disso, você deve declarar o ganho na declaração anual.

Você também deve declarar operações com prejuízos financeiros. Pois, ao fazer isto, você estará obtendo créditos tributários. Você pode, no futuro, utilizar um prejuízo para abater o seu saldo a pagar de imposto de renda em um posterior lucro.

Esses créditos, inclusive, não possuem prazo de expiração.

Esta é mais uma vantagem tributária de se operar no mercado de FIIs.

Na declaração anual você deve inserir os ganhos na seção “renda variável”. E então, você deve escolher a seção “operação com fundos imobiliários”

Você então deve inserir o resultado de suas operações mês a mês.

Fonte: SunoreSearch – https://www.via163sinop.real49.com/noticia.php

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